quinta-feira, 14 de maio de 2015

Adolescente deixa seu depoimento após o processo de CoachTEEN

Ver o brilho no olhar de um jovem que, pela primeira vez, entende que pode Ser mais do que Ter; consegue enxergar alguns metros a mais de futuro onde só existia um palmo; tira o foco do próprio umbigo abraçando o serviço ao próximo, faz minha missão de coach-educadora realmente ter sentido. Obrigada, Senhor, por me permitir ver de perto essas transformações tão ricas e futuros serem transformados.


COACHING VOCACIONAL


Facilitando a Escolha

por Débora Menezes

Um dos processos decisórios mais desafiantes para o ser humano é o da escolha profissional. Jovens se vêem diante de inúmeras carreiras, atraentes ou não, para responder a tão famosa pergunta: o que eu vou ser quando crescer?
Tendo por base as estatísticas, segundo o IBGE, 53% das pessoas não exercem a profissão na qual se formaram; 92% dos profissionais estão infelizes em suas carreiras ou não se sentem realizados e, segundo o MEC, 27% dos jovens mudam de curso ou desistem no primeiro ano de faculdade. Boa parte desses dados poderiam ser amenizados através de uma orientação profissional bem feita, seja na escola, com os pais ou durante um processo de Coaching Vocacional.
Dentro da metodologia do coaching o jovem entrará em contato com um leque de ferramentas de autoconhecimento e autogestão onde aprenderá a reconhecer seus talentos natos, suas habilidades adquiridas ao longo da vida e a transformá-los em competências. Refletirá também a cerca de seus medos, paixões, hobbys e dúvidas a fim de ajudá-lo a decidir-se por uma profissão, mais do que isso, aproximá-lo de sua missão.
Acreditamos que cada ser humano tem uma essência que se potencializa através da missão individual. Profissão não é apenas a atividade que um indivíduo exerce a fim de receber remuneração. A profissão, se entendida como missão, deve provocar brilho no olhar, realização pessoal e paixão por contribuir, empregando seus talentos a serviço do próximo e o melhor, ainda ser remunerado por tudo isso.
Não só os jovens se beneficiam com o Coaching Vocacional, este processo também favorece os profissionais em transição de carreira que, por motivos diversos, sentem a necessidade de mudar de ramo para se sentirem mais produtivos e felizes.

Afinal, a vida não acontece antes ou depois do expediente, aquilo que fazemos profissionalmente tem uma grande parcela em nossa satisfação/realização pessoal e em nosso nível de felicidade e auto-estima. 

quarta-feira, 12 de março de 2014

[Pedagogia Emocional] Pais ficam também ansiosos com o vestibular dos filhos


Seu filho vai prestar vestibular este ano? Como você pode ajudá-lo?
Por Débora Menezes*

Este acaba sendo um período de muitas mudanças na rotina dos alunos que estão no último ano da vida escolar. Simulados, horas e mais horas na escola, estudar sozinho ou em grupo até altas horas, finais de semana trancados no quarto. É comum, em algum momento, bater o estresse por causa da dúvida com relação ao curso, incertezas com relação ao que já se sabe e ao que se precisa dar mais atenção e principalmente uma corrida desenfreada contra o tempo e a pressão da concorrência.

Sem referências, os pais dos vestibulandos, muitas vezes, agem de duas formas:
* Pressão total - quando os pais assumem a visão de que aluno agora tem que deixar de viver para estudar;
* No Stress - quando os pais acham que o aluno já vai sofrer uma pressão absurda da escola e da sociedade e se abstêm de pressionar e até de participar das escolhas do filho. Deixando correr frouxo.

O ideal é a busca do equilíbrio, pois esta é uma fase de muita incerteza por parte dos alunos, alguns demoram meses para cair a ficha do ano-vestibular e, às vezes, quando se dão conta, já é tarde demais. Outros começam o ano em rotação acelerada, entram a madrugada estudando, passam o dia na escola, aproveitando todos os plantões tira-dúvidas e aulas-extras possíveis, porém quando chegam as férias e a diminuição do ritmo é inevitável, eles já estão tão esgotados que não conseguem mais se concentrar, não conseguem estudar e pior, entram em uma ansiedade sem tamanho começando assim um processo de baixa autoestima.

Os pais dos alunos pré-vestibulandos devem acompanhar os filhos em todo o processo e fazer as correções necessárias no comportamento dos mesmos, com muito diálogo e participação. Primeiro de tudo, ajudá-los a fazer a escolha correta, baseada em suas aptidões, talentos e aspirações. Com a escolha feita, fica mais fácil focar e acertar o alvo tão almejado.

A escola é um ótimo aliado no processo, quando surgir dúvida de como agir, procurar ajuda, ajuda muito.  Os profissionais da escola, que conhecem o aluno, podem dar valiosas dicas aos pais de como lidar com os filhos em casa. Se ainda assim estiver difícil, um Coach ou um Terapeuta podem ser uma escolha acertada para orientar o aluno a passar por tudo isso de maneira mais tranquila, dando tranquilidade também aos pais.

Débora Menezes é Master Coach Educacional no Instituto de Inteligência Emocional do Brasil, Pedagoga, com experiência na educação de adolescentes e jovens.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Final do ano letivo e agora?



Após a 3ª etapa de estudos é que muitos estudantes começam a focar no que podem para evitar a recuperação, ou pelo menos, livrar algumas disciplinas.
Como o pais podem ajudar?
O que o estudante pode ainda fazer para evitar um resultado tão desastroso?
Durante esse momento é importante que a escola chame os pais para oferecer orientação e pedir ajuda na condução do processo.
É essencial também que o aluno seja chamado individualmente, pela coordenação ou serviço de orientação, para que a sua situação seja analisada e assim traçarem juntos um plano de ação emergencial.

É hora do olho no olho, sem tratar o aluno como réu e sim como autor do processo. Durante meu tempo de coordenação e supervisão escolar essa era uma tática que eu usava e que dava muito resultado, pois o aluno precisa saber as chances que tem de virar o jogo e precisa saber que tem pessoas que acreditam nele, pois, às vezes, ele mesmo já deixou de acreditar.
Débora Menezes
Coach Vocacional e de Aprendizagem

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

ENEM - Agora é com você!


Você gosta de jogos? Daqueles tipos de jogos em que exigem passagem de nível? Você se sente motivado a fazer o seu melhor para avançar nível a nível, chegando, às vezes, a dedicar horas a esta atividade até conseguir, não é?
Ao longo dos anos escolares você vem se preparando para uma passagem de nível, também, sim, é isso mesmo, o ENEM é a sua mudança de fase, um teste de nível (competências e habilidades) para levá-lo a um nível mais avançado. Ele não deve ser encarado apenas como o fim do processo escolar. É claro que, para avançar de fase, uma outra tem que terminar, mas a pergunta que gostaria de fazer é: você está preparado para mudar de fase?
Vejamos, durante a sua vida escolar alguns pilares foram construindo os alicerces para a sua formação e consequentemente, preparando-o para essa passagem de nível. Podemos citar como pilares a escola, os professores, a família e os amigos.
Vamos detalhá-los para que você compreenda bem, na verdade, podemos encará-los como aquelas vidas extras do jogo ou algum tipo de bônus.
A Escola é a responsável pelo conjunto pedagógico que introduz o aluno no mundo do conhecimento e da aprendizagem, por possuir uma série de regras e conduções, ajudam a formar o ser humano que será lançado na sociedade. É o primeiro lugar, fora de casa, em que aprendemos a viver coletivamente. E, talvez esse, seja o seu maior e mais importante papel;
Os Professores são os profissionais que ensinam a pensar, que mostram o conhecimento e o entendimento das coisas, que trazem às mentes a luz do saber. E são, na verdade, a parte mais humana da escola, são os que, mais que conhecimentos, ensinam vida, dão exemplos e são exemplo. Verdadeiros formadores de opinião podem ajudar a construir nações com a força de suas ideias. Na sala de aula, há espaço para falar de tudo, do conceito de átomo ao jogo de futebol, exatamente por isso os professores são tão especiais, eles trazem o mundo para dentro dos muros da escola;
A Família é o ninho, o lugar de onde se parte em busca do novo. É o porto seguro, a casa, o lar. É na família que se aprende a ser gente antes de ser sociedade, onde se aprende os valores e a educação dos princípios que se leva para o mundo. Com a família aprendemos a maior lição: a de amar e sermos amados;
Os Amigos ajudam a saber quem você é de verdade, a perceber do que gosta e a identificar a que grupo pertence. São os amigos que oferecem os melhores momentos de alegria e liberdade, é com os amigos que se ousam testar a qualidade dos limites e das regras que são ensinados. E esse é um aprendizado importante de ser vivenciado, pois na família o indivíduo é único, na escola ele é coleção e com os amigos ele conhece-se.
Detalhando esses pilares podemos perceber que cada um, a sua maneira, contribuiu para a sua formação. Ajudou a construir quem você é e o que você sabe, quais são as suas competências e em que você tem habilidades. Portanto, você está preparado para passar de nível sim, sua jornada nesta fase está terminando. Mesmo que qualquer um desses alicerces tenham sofrido falhas em sua construção, é no conjunto geral que vemos o resultado, a quantidade de vidas e bônus que acumulou.
Nos dias das provas, nos dias de ENEM ou de qualquer outro vestibular, vá com fé e confiança, pois cada alicerce se apoiou um ao outro para lhe dar sustentação. A escola não estará lá, mas ela deixou um legado em sua formação. Os professores não farão a prova com você, mas o conhecimento que eles lhe revelaram, farão. A família não vai segurar a caneta em sua mão, mas estará presente em seu coração e, os amigos, bem, estes estarão na torcida, só aguardando o resultado, para comemorar.

Vá e passe de nível, agora é com você!

Débora Menezes
Master Coach Educacional
Instituto Cearense de Coach

sábado, 7 de setembro de 2013

Finanças ou Filho, uma questão de prioridade



Se um gerente de banco liga para o seu cliente dizendo que o investimento que ele fez está perdendo dinheiro, o cliente é capaz de pedir permissão ao chefe, sair correndo do trabalho e ir ao banco na mesma hora. 
Dedica uma manhã ou tarde inteira para resolver a situação nada agradável, afinal de contas, ninguém gosta de perder, principalmente em se tratando de dinheiro.

Agora, numa outra situação de investimento, quando a Coordenadora da escola liga para um pai dizendo estar tendo problemas com o aluno, criança ou adolescente, e precisa conversar com o responsável, a resposta que geralmente recebe é: eu não tenho tempo de ir até aí, pode ser por telefone? Pode mandar o recado por ele? E protela ou se esquiva da resolução desse problema tão ou mais sério quanto o primeiro, em função do trabalho, da falta de tempo.

Se perguntarmos a um pai ou mãe o motivo de trabalharem tanto, falivelmente irão responder, com convicção, que precisam dar um pouco de conforto às suas famílias, pagar uma boa escola para seus filhos, prover a casa e a família de todas as necessidades.

Percebe-se que é legítimo o sentimento de que, ao dar conforto e atender às necessidades, os pais estarão cumprindo a sua missão. Porém, nada substitui as presenças materna e paterna na vida dos filhos, nada substitui o amor nosso de cada dia. Ao estarmos envolvidos, estressados e sempre ocupados com o trabalho delegamos a educação moral e emocional das nossas crianças para a TV, a escola, a babá ou para os avós, que, apesar da enorme boa vontade, têm outro papel na vida dos netos.

As duas situações descritas acima lidam com investimento, a primeira se vê palpavelmente no extrato bancário e se torna fácil tomar medidas rápidas e assertivas para resolvê-la. Enquanto a outra tem seu retorno a longo prazo, talvez por isso alguns pais não entendam ou enxerguem quais ações são feitas hoje para gerar lucros ou dívidas na vida dos filhos, amanhã. 


Quais são as prioridades da nossa vida de pai, mãe? A quem você está delegando a missão de educar os seus filhos?
Débora Menezes
Master Coach Educacional